Encontros Familiares


Gestão de Conflitos: 10 regras fundamentais

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Tão diferentes e tão iguais…

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Apesar da singularidade de cada família,as birras e amuos dos filhos são universais a todas as especies animais…

Desejo a todos um ótimo fim de semana


“Bébes aprendem língua da mãe ainda no útero”

Viste o artigo do Jornal Público que reporta a este tema:

http://www.publico.pt/sociedade/noticia/bebes-aprendem-lingua-da-mae-ainda-no-utero-1579333


Como melhorar a auto-estima da criança no seio familiar

Um dos principais aspetos que está na base do desenvolvimento equilibrado da criança é a promoção de uma boa auto-estima no seio familiar, sendo que este é o principal meio de estimulação em que ela se insere e dentro do qual interage com as figuras de maior influência para o seu bem-estar emocional.
Os sentimentos de auto-estima apenas podem florescer numa atmosfera em que as diferenças são valorizadas, os erros são tolerados, a comunicação é aberta e as regras são flexíveis, ou seja, o tipo de atmosfera que se pode encontrar numa família carinhosa. (Satir, 1972)
As relações deverão ter por base o respeito entre os vários elementos da família e a criança não deve ser desvalorizada nem as suas opiniões/desejos/vontades devem ser menosprezadas, apenas por ser criança. É fundamental que diariamente os pais valorizem a singularidade e individualidade dos seus filhos para que eles cresçam a acreditar que serão adultos capazes de enfrentar todos os desafios e dificuldades.


Os corações são como as mães…

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… Chateiam um bocadinho mas têm quase sempre razão.

A frase não é minha mas achei que devia partilhar com os meus queridos leitores.
Naqueles momentos de maior angústia,em que nos sentimos perdidos e sem saber o que fazer,acabamos sempre por chamar a nossa mãe. É ela o nosso suporte,o nosso porto seguro,que melhor do que ninguém nos sabe dar forças (que por vezes nem ela própria sabe de onde vêm) para nos amparar em qualquer momento.
Ser mãe não é fácil… É um trabalho árduo e que se mantém durante toda a vida…
Ás vezes as mães também erram e às vezes também não sabem o que fazer.
Mas o seu instinto fala sempre mais alto e acaba sempre por dar as respostas corretas, mesmo que demorem um bocadinho mais a surgir.
Confiem nos vossos corações, confiem nos vossos instintos…


10 melhores livros para jovens e crianças

De acordo com o jornal público, o top dos 10 melhores livros para crianças e jovens editados em 2012 é o seguinte:

– A Casa do João, de João Manuel Ribeiro (12,50 euros)
– Achimpa, de Catarina Sobral (14,90€)
– Atenção! Sou Um Adolescente, de Luísa Ducla Soares (7,70€)
– Mar, de Ricardo Henriques (14,90€)
– No Labirinto do Minotauro/O Túmulo Perdido, de Bárbara Wong e Ana Soares (11,90€)
– O Caderno Vermelho da Rapariga Karateca, de Ana Pessoa (14€)
– O Grande Chefe, de Carlos Nogueira (12,90€)
– Os Ciganos, de Sophia de Mello Breyner Andresen e Pedro Sousa Tavares (18,80€)
– Pequeno Livro das Coisas, de João Pedro Mésseder (10,90€)
– Lucas Scarpone — Seis Fantasmas e Meio (1.ª parte), de Álvaro Magalhães (8,50€)


As canções da Maria – de Maria Vasconcelos

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Uma maneira mais divertida de aprender!

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=wnggnrlAfg0

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=4dvvoVsu-HQ


Aprenda a exprimir aquilo que sente

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A ternura maternal…

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Como dominar a ira dos filhos

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Uma das grandes dificuldades com que muitos pais se deparam ao longo do processo educativo é ter de lidar com os ataques de fúria dos filhos, algo que muitas vezes não conseguem compreender nem tão pouco solucionar.

Abordando o assunto de um ponto de vista generalista, pois nunca nos podemos esquecer da individualidade de cada um, é importante os pais perceberem que grande parte dos comportamentos agressivos advém do fato das crianças aprenderem que podem controlar eficazmente o seu ambiente através da coação e hostilidade. Este controlo é obtido pela escalada das suas reações emocionais e comportamentos até ao ponto em que o outro acaba por ceder ou afasta-se do confronto, isto é, o filho exige, torna-se cada mais agressivo na sua exigência, até os pais acabarem por satisfazer os seus desejos e necessidades primárias. Este estilo de comportamento acaba por se cristalizar e a criança aprende essa forma disfuncional de exprimir aquilo que sente (através da ira e da agressão). A insatisfação e a consequente ansiedade que a criança sente nessas situações passam a ser geradoras de comportamentos impulsivos e de difícil controlo.

De modo a conseguir lidar melhor com estas situações, é fundamental que o seu filho compreenda que está a agir de modo incorreto, que perceba o motivo por que reage de tal forma (porque se sente nervoso e revoltado, por exemplo) e que existem outras maneiras de mostrar aquilo que sente.

Seguem-se algumas orientações que o poderão ajudar.

– Não reforce o comportamento agressivo nem fortaleça a ligação entre agressão e controlo coercivo. Ou seja, não ceda às exigências da criança.

– Ajude-o a perceber os sentimentos e reações negativas que surgem nesses momentos, de modo a ele conseguir controlar e gerir os seus impulsos. É importante perguntar-lhe aquilo que sente nessas alturas para ele conseguir identificar as emoções negativas (raiva, ódio, ansiedade), os respetivos pensamentos associados (“tenho de ter este brinquedo imediatamente”) e as reações fisiológicas (sensação estranha na barriga, cabeça confusa, “nervoso miudinho”, formigueiro).

– Transmitir-lhe novas formas de expressar aquilo que quer e que está a sentir. Por exemplo, apenas dê ao seu filho aquilo que ele deseja quando ele pedir de forma adequada. Paralelamente, fale com ele sobre outras formas de comportamento e dê exemplos em concreto (quando voltar a acontecer a situação X deverás agir da forma Y).

– As crianças imitam frequentemente o comportamento dos adultos que a rodeiam e os pais são o seu principal modelo. Assim, é fundamental que eles próprios utilizem métodos adequados para lidar com situações de provocação e geradoras de stress e ansiedade, de modo a transmitirem estilos de comportamento funcionais e serem um modelo de comportamento adequado.

– Procure envolver o seu filho em atividades estruturadas e que promovam a capacidade de cooperação e interajuda (individuais ou em grupo). Este tipo de dinâmicas ajuda-os a adquirir maior capacidade de auto-controlo e a gerir melhor os seus impulsos.